Programa de Pós-Graduação / Defesa de Dissertação

O Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade de Brasília convida a comunidade  universitária para a defesa de dissertação da  mestranda Pérola Mourão de Souza Sardo de Abreu Pereira. Título:AS RELAÇÕES ENTRE O BRASIL E OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DURANTE A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL (1939 – 1945).
Comissão Examinadora:
Prof.  Antônio Carlos Lessa   (Orientador-IREL/UnB)
Prof. Pio Penna Filho (IREL/UnB)
Prof. Virgílio Caixeta Arraes (HIS/UnB)
Profª. Tânia Maria Pechir Gomes Manzur       (Suplente IREL)
 Data:    01/03/2013     às 10:hs
Local: Instituto de Relações Internacionais -IREL
Prédio do Instituto de Ciência Politica  e Relações Internacionais-IPOL/IREL 
Sala:  72/29 Sala de exames 
Resumo: A ordem internacional pós-Guerra Fria é instável, transitória e complexa. Coexistem elementos de unipolaridade e de multipolaridade. No âmbito militar, por exemplo, a superioridade norte-americana é incontestável. No plano econômico, no entanto, há uma maior difusão de poder, processo que se estende desde a década de 1970. Nos anos 2000, deu-se destaque ao lugar dos países emergentes nesse processo de desconcentração. Mais especificamente, chamou a atenção o potencial de crescimento de Brasil, Rússia, Índia e China, unidos sob o acrônimo BRIC no ano de 2001 pelo economista-chefe da Goldman Sachs, Jim O’Neill. Segundo o grupo de investimentos, os BRICs superariam as economias do atual G7 nas próximas décadas, alterando o panorama econômico internacional. Em paralelo ao conceito econômico, surgiu o agrupamento político formado pelos quatro países. Brasil e Rússia foram os principais articuladores para que o mecanismo tomasse forma, a partir de 2006, e para que houvesse a elevação do nível de diálogo em 2009, com a I Cúpula BRIC. Este trabalho tem como objetivo compreender os objetivos da política externa do governo Lula (2003-2010) na construção e no fortalecimento do mecanismo inter-regional. A hipótese apresentada é a de que a diplomacia brasileira engajou-se na iniciativa BRIC com o intuito de reforçar a transição para uma ordem multipolar pautada pelo multilateralismo da reciprocidade.

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